Naquele tempo.
Foram só nossos sonhos,
Que se debruçaram
Nas janelas e adormeceram.
(Por isso a ausência de nós)
Negra Noite
18/dez/2025
04:35h
Naquele tempo.
Foram só nossos sonhos,
Que se debruçaram
Nas janelas e adormeceram.
(Por isso a ausência de nós)
Negra Noite
18/dez/2025
04:35h
Diferentes
Em diferentes tempos.
Trazem histórias.
Que não seriam iguais
Numa só.
Negra Noite
29/out/2025
Não notaste
Em minha face
Esse brilho
Lânguido
Que se fazia.
Não notaste a noite
Que me abraçava
Fria
Isolada.
Não notaste
Os meus olhos
E em ti
Quando a chuva que caía
Lá fora
E na vidraça batia
era a extensão
De minha vida vazia.
Negra Noite
10:08h 08/09/2014
Publicada no gplus (g+)
E no blog
Um silêncio dentro de mim...
Até a noite em que te encontrei.
Houve sol, lua, estrelas.
E muitas flores no jardim
De nossa amizade.
16/setembro/2025
Incluído no site Recanto das Letras
por Negra Noite em 16/09/2025
Código do texto: T8434363
Como as rugas
que caminham
em nossos semblantes.
(Elas não pedem passagem,
Só passam, ficam, vão.)
19 agosto 2025
Publicado no Recanto das Letras/ Negra Noite - em 26/08/2025Código do texto: T8416281
E ela amou muito naquela noite.
Amou profundamente,
plenamente,
sinceramente.
Ela amou
como nunca houvera ter amado.
Amou à plenos pulmões,
à correr solto os gritos de sua alma,
em desejo de libertação.
Amou sem dúvida,
sem estremecimento.
Com a volúpia
que sabia ser mais forte em si.
Amou para sempre
e para nunca mais.
Amou como os garanhões,
em cios quilometrais.
Amou na esperteza de sonhos poderosos.
Amou como se nunca houvera visto antes.
Amou para ser história
de sua própria história.
Amou... Amou... Amou...
Porque conhecia esses sinais...
Já houvera outros tempos...
Já os conhecia inefavelmente.
Já sabia de seus desígnios
em sua pele,
em sua vida,
em seu corpo.
Já os sabia que viriam
- absurdamente em silêncio -
Já os conhecia de seus próprios relatos,
de suas quimeras inaproveitáveis.
Já os sabia perto...
Muito perto... muito!
E, inexplicavelmente, desta vez,
já não lutaria mais
- já fora o tempo de combate! -
o tempo de renegar,
o tempo de ampliar.
E se deixara abraçar até o último suspiro.
Até a última gota de amor.
E se deixou ser amada
até sua alma se sentir habitada.
Ser habitada... pela morte!
e suspirou feliz...
Porque amara e fora amada
por toda uma vida!
Negra Noite - 16/11/2012- 00:00h
Publicada no site Recanto das Letras, por Milena Medeiros em 17/11/2012.
Reeditado em 12/08/2025 (Correção de pontuação)
Código do texto: T3990221
Provoca responsabilidades.
O caminho a percorrer
Será aquele
Que tem como o melhor.
Não importa o final.
Negra Noite
10 julho 2025
Outra vez,
tu
vieste maltratar
esse coração
a sonhar.
Cavaleiro
do deserto
que queres
aqui?
As areias
do tempo
passeam
nestas calçadas.
Ao longe
vejo
o tremular
das vibrações
que o sol
e o calor
despertam neste solo.
Corre
estreito
como sangue
em minhas veias
o pequeno
leito de
água
tépida
e brilhante.
Vás.
Não pertubes
o silêncio
desta vida.
Vês.
Tem somente
pedras aqui!
O verde dos
teus olhos se foram
Os azuis
de tuas vestes
deitaram no horizonte.
Agora a sombra
paira
A gelada noite
engasga
a nossa fala.
O silêncio
outra vez.
Negra Noite
14/04/2010
Chuvosas
Trazem assopros
Do outro lado
Da vida.
Negra Noite
03 abr 2025
23:56h
Publicada no Recanto das Letras sob n T8301411 (04/04/25)
Que farás
Se eu virar um fantasma?
Responde-me ela, friamente:
__ Até os fantasmas são solitários!
*Negra Noite
03 abr 2025
Publicada no Recanto das Letras
Sob número T 8301396
Em quais eu sonhava,
Passaram...
Como essas nuvens brancas
No céu escuro.
(Sinto saudade de mim!)
___Negra Noite___
01 mar 2025
Incluída no site Recanto das Letras
Código do texto: T8302919
Desconhecido de mim,
Que vai além,
Leva o aroma,
Na brisa que me envolve,
A saudade de alguém.
Negra Noite
Tu olhas
Agora?
Qual horizonte vês?
(Eu
ainda te procuro
em horizontes
Azuis!)
Negra Noite
20 janeiro 2025